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sexta-feira, 15 de julho de 2011

como funciona os computadores

Resumo:

Basicamente, um computador pode ser constituído por 3 elementos básicos:

1 - Microprocessador
Há vários fabricantes e modelos, como o Pentium da Intel, o Athlon da AMD e o PowerPC da IBM. Cada microprocessador possui um conjunto de instruções, que são executadas a uma determinada freqüência. As freqüências comuns atualmente giram entre 1 e 3 GHz (giga hertz).

2 - Memória
A memória pode ser classificada em 2 grupos, as memórias voláteis e não voláteis (ou permanentes). As memórias voláteis (memórias do tipo RAM - Random Access Memory) precisam de energia para manter seu conteúdo (ou seja, só funcionam quando o computador está ligado). Quando desligamos o computador, as informações importantes são armazenadas nos dispositivos de memória não voláteis (como o disco rígido ou HD - Hard Drive). Os dispositivos de memória volátil são mais caros e de menor capacidade, porém são muito mais rápidos, tornando possível ao computador realizar o processamento de forma mais eficiente.

3 - Dispositivos de Entrada e Saída
Tornam a interação com o usuário (e/ou outras máquinas) possível, como por exemplo: teclado, mouse, monitor, modem, impressora, etc.

Esses componentes se comunicam através de um barramento ou via de comunicação. O processador executa uma instrução por vez. Um programa é uma seqüência de instruções, armazenado na memória.

Em geral, o conjunto de instruções que o microprocessador é capaz de executar é bastante limitado, e podem ser agrupados em:

Instruções lógicas e aritméticas: permitem a execução de cálculos através de operadores como adição, multiplicação, etc.

Instruções de controle: permitem controlar o fluxo de execução. Nós vamos trabalhar em C, que é uma linguagem de alto nível, que permite instruções como while e if-else.

Instruções de movimentação de dados: permitem que as informações (programas e dados) armazenados na memória possam mudar de lugar, entre a memória e o processador ou de um lugar da memória para outro, ou ainda que lugares da memória sejam carregados com valores. Na linguagem C, seria o equivalente ao comando de atribuição.

Nas aulas seguintes, vamos introduzir alguns dos comandos básicos do C. Aprender a programar é aprender a utilizar esses comandos e criar uma estrutura de dados (na forma de variáveis) que possam resolver os problemas propostos. A linguagem C é uma linguagem de alto nível, que não pode ser executada diretamente pelos microprocessadores. É necessário converter o programa em linguagem de alto nível (conhecido como programa fonte) para um programa em linguagem de máquina (ou linguagem de baixo nível), que possa ser executado pelo computador. Essa conversão é realizada por um programa chamado de compilador.

Nesse curso vamos usar o Dev-C++, que é mais que um compilador. Ele é um ambiente de programação (IDE = Integrated Development Environment), que oferece ferramentas de edição de texto, compilação, depuração, e outros recursos que vão lhe ser úteis ao longo do curso. Caso você possua um computador, sugerimos que você instale em sua máquina a versão mais recente do Dev-C++, seguindo as instruções contidas em http://www.ime.usp.br/~mac2166/devcpp, e fazendo também a aula dirigida.

Arquitetura

A maioria dos computadores segue a arquitetura de von Neumann, que descreve um computador como um conjunto de três partes principais: a unidade central de processamento ou UCP (que por sua vez é composta pela unidade lógico-aritmética (ULA) e pela unidade de controle (UC)), a memória e os dispositivos de entrada e saída (E/S). Todas as partes se encontram conectadas por um conjuntos de cabos, o barramento.

Conceitualmente, a memória do computador pode ser vista como uma lista de células. Cada célula tem um "endereço" numerado que pode armazenar uma quantidade fixa e pequena de informação. Essa informação pode ser ou uma instrução, que diz ao computador o que fazer, ou dados, a informação que o computador deve processar utilizando as instruções.
Os dispositivos de E/S definem como o computador recebe informação do mundo exterior e como ele devolve informação para o mundo exterior. Teclados, mouses, scanners, microfones e câmeras são dispositivos comuns de entrada enquanto monitores e impressoras são dispositivos comuns de saída. Discos rígidos e placas de rede, que permitem conexões entre computadores, podem atuar como dispositivos tanto de entrada quanto de saída.

IBM PowerPC 601

A ULA é capaz de desempenhar dois tipos de operações: operações aritméticas, como somas e subtrações, e comparações, como "igual a" ou "mair que". A UC "orquestra" todo o resto. Seu trabalho é ler instruções e dados da memória ou dos dispositivos de entrada, decodificar as instruções, alimentar a ULA com as entradas corretas de acordo com as instruções e enviar os resultados de volta à memória ou aos dispositivos de saída. Um componente chave dos sistema de controle é um contador de programa que mantém o endereço da instrução corrente e que, tipicamente, é incrementado cada vez que uma instrução é executada, a não ser que a própria instrução corrente indique onde se encontra a próxima instrução, permitindo assim que um conjuntos de instruções seja repetido várias vezes. Desde a década de 1980, a ULA e a UC são inseridas em um único circuito integrado: o microprocessador.

O funcionamento do computador se resume ao seguinte: a cada ciclo, o computador carrega instruções e dados da memória, instruções são executadas, seus resultados armazenados e a instrução seguinte é carregada.

Algoritmos e programas de computador

Como instruções e dados podem ser utilizados para produzir algo útil? Imagine uma cozinha, contendo armários com diversos ingredientes, utensílios de cozinha, um forno e... um padeiro. O padeiro segue uma receita para obter, a partir dos ingredientes e com o auxílio do forno e dos utensílios, um bolo. Cada receita produz um tipo de bolo diferente, ou seja, mudando a receita, muda-se o bolo.

No computador-cozinha, os ingredientes constituem a entrada, o bolo a saída desejada, enquanto que a receita constitui um algoritmo. Este conjunto forma o software. Já os utensílios, o forno e o próprio padeiro constituem as ferramentas necessárias no processo: o hardware.

Uma mesma receita pode ser escrita de várias formas diferentes. O algoritmo é uma entidade abstrata que define uma idéia. Sua realização, na forma de uma receita escrita, constitui um programa de computador: um conjunto de instruções que, seguidas corretamente e ordenadamente, produzem o resultado desejado a partir das informações fornecidas.

Você já viu alguns algoritmos reais antes de chegar na universidade. Dois deles são o algoritmo da divisão, apresentado às crianças no ensino básico e o Algoritmo de Euclides, utilizado para obter o máximo divisor comum (MDC) de dois números inteiros:

MDC de a e b
1 se b = 0, então o MDC de a e b é a
2 caso contrário, o MDC de a e b é igual o MDC de b e o resto da divisão
de a por b

Repetimos o passo número dois até obtermos um b = 0. Incrivelmente, obtemos um b = 0 sempre. Ainda mais incrível: o algoritmo sempre chega ao resultado correto! Este é um dos principais objetivos deste curso: ensinar a desenvolver soluções para problemas através de programas, que recebem dados de entrada e produzem a saída desejada.

Linguagens de programação e código de máquina

Um dos problemas ao se programar computadores é que eles não são tão espertos quanto o nosso padeiro ou mesmo o aluno do ensino básico. Computadores são incapazes de obedecer instruções em português ou inglês, ou qualquer linguagem natural. Ao programar computadores, utilizamos linguagens de programação pois elas

1. fornecem ao programa de computador uma sintaxe precisa;
2. fornecem ao programa de computador uma semântica precisa e
3. podem ser representadas em linguagem de máquina: um conjunto de bits (0 e 1s) que representam dados e instruções, produzindo o comportamento desejado dentro da arquitetura do computador.

Suponha que um programador deseje somar todos os número de 1 até n. Em uma linguagem hipotética, isto poderia ser feito na forma do seguinte programa:

parcial inicia com 0
para i de 1 até n faça
3    parcial recebe parcial + i
devolva parcial

as palavras em negrito são parte da sintaxe desta linguagem hipotética. A sintaxe só permite o uso de combinações especiais de certos símbolos e palavras-chave.

Em bom português, o programa acima pode dizer a uma pessoa como somar todos os números de 1 até n. Mas, na linguagem hipotética, será que "para i de 1 até n" tem o significado que esperamos? Ou será que ela está dizendo ao computador "apague todas as células de memória de 1 até n" ou "conte n segundos e desligue a máquina"? Além da sintaxe, uma linguagem de programação também fornece uma semântica: um significado para cada construção. A semântica razoável aqui seria "para todos os números inteiros 1, 2, 3,..., n-1, n, nesta ordem, faça (...)". Uma linguagem de programação define sintaxe e semântica para suas palavras-chave (que o programador pode aprender a partir de manuais e/ou especificações).

Antes de utilizar o programa, precisamos traduzi-lo para uma forma que o computador possa executar. Para isso utilizamos um programa especial, chamado compilador, para ler nosso programa, definido em uma certa linguagem de programação e que gera um novo programa em uma linguagem especial, chamada assembler, que é associada ao processador da máquina que irá executar as operações. Por fim, um segundo procedimento, a montagem, codifica o programa em assembler na forma binária, composta apenas de 0s e 1s: o pequeno e minimalista alfabeto entendido pelos computadores.

Por exemplo, o seguinte fragmento de programa, na linguagem hipotética:

para i de 1 até n faça
3     (comandos, operações,...)

se tornaria, no assembler hipotético de um processador hipotético:

MVC 0, i    (insira a constante 0 no local i)
LOOP CMP n, i    (compare os valores encontrados em n e i)
     JEQ REST    (se n e i são iguais, pule para a instrução com o rótulo "REST")
     ADC 1, i   (adicione 1 ao valor localizado em i)

(comandos, operações,...)

     JMP LOOP         (pule para a instrução com o rótulo "LOOP")
REST                  (resto do programa)
que finalmente seria codificado na forma de uma longa (e ilegível!) fila de 0s e 1s:

000101010101010101001010101010101111110000111101111...

Assim, a seqüência de passos de uma idéia (algoritmo) até um código executável por um computador é:

Algoritmo  programação  Programa em linguagem X  compilação 
Programa em assembler (da arquitetura desejada)  montagem  Programa em linguagem de máquina (0s e 1s - na arquitetura desejada)

Em MAC2166, a linguagem de programação adotada será a linguagem C, criada por Brian Kernighan e Dennis Ritchie. Ao longo do curso, você aprenderá a sintaxe e a semântica de C, tornando-se capaz de transformar algoritmos em programas de computador. O compilador utilizado, o Dev-C++ (ou gcc caso você esteja utilizando Linux), realiza a compilação e a montagem. Podemos assim nos concentrar nos algoritmos e em sua realização em C e deixar de lado o assembler e demais detalhes da arquitetura.
Existem, no entanto, outras linguagens de computador que foram ou ainda são utilizadas: a linguagem de Visual Basic, por exemplo, é base de muitas execuções de módulos nas versões do Microsoft Access. A linguagem Basic, também muito conhecida, já foi utilizada em grandes programas, e foi, ao longo do tempo, sendo gradativamente substituída por linguagens mais simples e de maior compreensão.

Nova tecnologia promete criar computadores 600 vezes mais rápidos

Pesquisadores da IBM estão a um passo de desenvolver chips que usam pulsos de luz, no lugar de sinais elétricos, para transportar informações entre si. A empresa criou um dispositivo que consome pouca energia e que pode transferir informação em alta velocidade usando luz.
“O dispositivo, chamado de  fotodetector nanofotônico avalanche, é rápido e pode permitir avanços na computação com uso eficiente de energia, que podem ter implicações significativas para eletrônicos no futuro”, disse a IBM em um comunicado, que incluiu  vídeo com detalhes do funcionamento do dispositivo (confira abaixo).
Anunciado na quarta-feira (3/3), o dispositivo, que foi detalhado em um artigo publicado no jornal Nature, é capaz de transmitir dados em velocidades de até 40 gigabits por segundo, usando suprimento de energia de 1.5 volt, segundo a IBM. Os sinais de luz são transportados por circuitos de silício, no lugar dos fios de cobre usados atualmente.
Feito usando tecnologia de semicondutores já existente, o dispositivo é particularmente significativo porque consome 20 vezes menos energia do que outros aparelhos, afirma a IBM.

O objetivo dos pesquisadores é montar uma interconexão óptica no chip que permite a construção de computadores com capacidade de desempenho de exaflops, equivalente a 1.000.000.000.000.000.000 flops.
Para colocar em perspectiva, um computador com um 1 exaflop será aproximadamente 600 vezes mais rápido do que o mais poderoso do mundo, um Cray XT5 chamado de Jaguar, do Laboratório Nacional Oak Ridge, nos Estados Unidos, que atinge 1.75 petaflops, ou 0.0175 exaflops.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Nuvem artificial pode garantir sombra aos torcedores na Copa do Mundo de 2022


 (Fonte da imagem: Divulgação / The Peninsula)
O projeto de uma nuvem artificial foi exibido nesta semana pelo departamento de mecânica e engenharia da Universidade do Qatar. A ideia é utilizar a engenhoca para atenuar o calor de jogadores e torcedores em jogos realizados nos estádios sem cobertura durante os jogos da Copa do Mundo de 2022.
A nuvem seria construída com fibra de carbono e equipada com quatro motores movidos a energia solar e gás hélio, garantindo que ela flutuasse. O projeto foi desenvolvido por Saud Abdul Ghani, chefe do departamento de mecânica e engenharia, e de acordo com o jornal The Peninsula, teria custo aproximado de US$ 500 mil, o equivalente a R$ 830 mil.
Um dos motivos que levou ao estudo de uma nuvem artificial foi a polêmica gerada na escolha do Qatar para sediar a Copa do Mundo de 2022. Isso porque o verão no país árabe é muito rigoroso nos meses de junho e julho, época em que o evento esportivo acontece.
Além disso, a ideia não é utilizar a nuvem apenas durante a Copa do Mundo, mas sim vender o produtor para fazer sombra em parques e estacionamentos do país, que chega a registrar temperaturas de 50ºC durante o verão.

Notebook da Toshiba exibe imagens 2D e 3D ao mesmo tempo


Ampliar (Fonte da imagem: Divulgação / Toshiba)
A Toshiba surpreendeu o mercado tecnológico ao anunciar o lançamento de um notebook que permite a exibição de imagens 2D e 3D ao mesmo tempo. E as novidades não param por aí: o Qosmio T851 também dispensa o uso de óculos para a exibição de conteúdo em três dimensões e possui conversão em tempo real de imagens bidimensionais para tridimensionais.
Isso significa que o usuário poderá assistir a filmes ou visualizar conteúdo em 3D ao mesmo tempo em que lê emails ou navega na internet sem que seja necessário tirar e colocar os óculos sempre que alternar entre uma atividade e outra.

As tecnologias envolvidas

O Qosmio T851 permite a visualização de imagens 3D sem óculos graças à tecnologia conhecida como Parallax, que gera imagens separadas para o olho esquerdo e o direito. Ou seja, cada um enxerga o conteúdo da tela como um todo, diferente do que acontece nas tecnologias 3D dos cinemas, por exemplo.

Para garantir que cada olho receba imagens “diferentes”, o notebook se utiliza de uma câmera e de um software, o Face-tracking, para fazer o reconhecimento facial e localizar a exata posição do globo ocular. O Active Lens, em conjunto com um painel de LED, é o responsável pela polarização da luz enviada para a tela, o que garante a entrega de duas imagens separadas, uma para cada olho.
Um processador dedicado ao processamento de imagens, o SpursEngine, torna possível a conversão em tempo real de imagens em 2D para 3D. Enquanto isso, a tecnologia 3D Window, que permite visualizar imagens em duas e três dimensões ao mesmo tempo, é realizada pelo Active Lens e o painel de LED.
Quando o Active Lens está desativado, o painel de LED exibe imagens bidimensionais; com ele ativado, as imagens 3D são exibidas. Essa tecnologia pode ser ligada e desligada de maneira extremamente rápida e localmente, o que significa que cada parte do painel de LED é independente e pode exibir conteúdo 3D e 2D.
Isso torna possível a exibição de imagens em ambas as dimensões em uma mesma tela, pois cada parte é tratada de maneira distinta.

Para quando?

Segundo a Toshiba, o notebook deve aparecer no mercado japonês ainda este ano, mais precisamente em junho. Não foram divulgados planos para o lançamento e comercialização do produto em outros países, mas não deve levar muito tempo para que o Qosmio T851 ganhe o mundo. Os valores do notebook e demais configurações não foram informados.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/9699-notebook-da-toshiba-exibe-imagens-2d-e-3d-ao-mesmo-tempo.htm#ixzz1RNXiZ9sj

Garmin exibe relógio à prova d´água, com tela touchscreen e recheado de aplicativost


A Garmin International Inc., uma unidade da famosa Garmin Ltda (líder global em navegação via satélite), anunciou o a criação do novo relógio esportivo Forerunner 610 . Nele, o atleta encontra tudo o que precisa para fazer suas atividades diárias.
Além de ser à prova d’água, o relógio também traz tela touchscreen de alta definição e diversos aplicativos para auxiliar os esportistas em seus exercícios físicos. Isso mesmo, o Furerunner 610 vem com programas pré-instalados que podem ser acessados com um simples toque na tela.
De acordo com as especificações liberadas pelo fabricante, o relógio pode ser operado sem problema algum com luvas e outros acessórios para uso em academias. O Forerruner 610 foi anunciado em preparação para as maratonas internacionais de Boston e Londres e também para o evento de fitness que ocorre na Austrália.

Quais as funções do relógio?

O relógio permite que usuário acompanhe seu desempenho nas atividades físicas. É possível saber, por exemplo, quão longe e rápido ele está correndo. Além disso, o Forerunner 610 também mostra o esforço que o atleta está fazendo e ajuda a monitorar os batimentos cardíacos.
Acessando as funções do relógio
Também é possível programar o relógio para que ele avise o usuário caso algum limite seja atingido. O Forerunner 610 pode avisar o atleta caso seus batimentos cardíacos estejam acima de um valor pré-configurado. Esse alerta pode ser sonoro ou o relógio pode simplesmente vibrar.
O gadget conta ainda com programas para salvar o histórico de atividades e calcula a evolução do atleta com base nas atividades realizadas ao longo da semana ou do mês. Todos os dados podem ser visto em forma de texto ou gráficos.

Quando e quanto?

A Garmin ainda não deu uma data certa para o lançamento do Forerunner 610, mas o preço já foi anunciado: US$ 350. Os aplicativos desenvolvidos especialmente para o relógio e suas funcionalidades complexas justificam o valor cobrado, embora seja bastante elevado. É a tecnologia trazendo conforto e melhorias para o cotidiano dos usuários


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/9587-garmin-exibe-relogio-a-prova-d-agua-com-tela-touchscreen-e-recheado-de-aplicativos.htm#ixzz1RNWwjnDN

Tecnologia impedirá que notebooks, smartphones e outros aparelhos esquentem demais


 (Fonte da imagem: Oak Ridge National Laboratory)
Uma tecnologia desenvolvida pelo Departamento de Energia do Oak Ridge National Laboratory (ORNL) promete transformar o calor criado pelo uso contínuo de dispositivos em uma fonte de energia limpa. Além de gerar eletricidade, a invenção resfria aparelhos eletrônicos, células fotovoltaicas, computadores e máquinas que geram grande quantidade de calor durante a produção de energia.
Scott Hunter, líder do time de desenvolvimento, afirma que a novidade tem um potencial enorme na redução dos gastos mundiais de energia. Segundo ele, nos Estados Unidos, cerca de 50% da energia produzida anualmente é desperdiçada na forma de calor. A invenção não só deve representar uma grande economia para a indústria, como deve tornar o processo de produção mais eficiente, reduzindo a emissão de gases poluentes.
A previsão de Hunter é que a tecnologia seja usada em um primeiro momento em chips de alto desempenho, com capacidade na casa dos petaflops. Tais dispositivos são responsáveis pela geração de uma grande quantidade de calor, que deve ser eliminado para não danificar a estrutura física dos aparelhos.
A eletricidade gerada durante o processo de resfriamento pode ser usada para uma série de utilidades, como um alarme que toca quando servidores atingiram uma temperatura muito alta, por exemplo.

Economia de energia

A tecnologia desenvolvida pela equipe de Hunter é constituída por estruturas na forma de vigas que possuem área aproximada de um milímetro quadrado cada. Cerca de 1000 destes conversores são acoplados à superfície de aparelhos como um chip de computador, usando o calor resultante do uso do dispositivo como forma de produzir energia.
Atualmente, cada dispositivo é capaz de gerar até 10 miliwatts, quantidade insuficiente para ser usada de forma relevante. Porém, ao usar uma combinação de vários conversores, é possível concentrar quantidade suficiente de energia para auxiliar sistemas de resfriamento, assegurando assim um maior desempenho para a máquina.

Processo mais eficiente que o tradicional

O processo de converter calor em eletricidade não é exatamente uma novidade. Porém, a baixa eficiência do processo – entre 1 a 5% - fez com que a indústria não se interessasse pela tecnologia. A invenção do time da ORNL se diferencia por conseguir converter entre 10 a 30% do calor produzido em eletricidade, dependendo da intensidade do processo.
Devido à alta eficiência da tecnologia desenvolvida e ao baixo custo de produção, a expectativa é que a invenção desperte o interesse de fabricantes e comece a ser utilizada em larga escala em um futuro próximo. Porém, o time responsável não anunciou se alguma companhia já demonstrou interesse na novidade ou se já foram firmados acordos para produzir a novidade em escala comercial.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10146-tecnologia-impedira-que-notebooks-smartphones-e-outros-aparelhos-esquentem-demais.htm#ixzz1RNW6igA8

Yves Rossy, o "Jetman", realiza mais um voo impressionante


Depois de realizar dois loops completos em um voo realizado em 2010Yves Rossy, de 51 anos, completou mais uma façanha. Mais conhecido como "Jetman" (por razões óbvias), o aventureiro sobrevoou o Grand Canyon, localizado no estado do Arizona, a menos de 200 pés (60 metros) de sua “borda”.
Rossy saltou a aproximadamente 2440 metros acima da parte mais alta do Grand Canyon. Logo após sair do helicóptero, o aventureiro ativou os quatro motores presentes em suas asas e conseguiu se estabilizar, realizando um voo perfeito por quase 10 minutos, a uma velocidade de 190 mph (milhas por hora), o equivalente a pouco mais de 300 km/h.

A aparelhagem utilizada

O voo foi feito com as asas que o próprio Rossy construiu, as quais são menores do que as utilizadas por ele no primeiro salto, em 2006. O novo protótipo foi realizado em parceria com a RUAG Company e conta com uma aerodinâmica melhor, tornando-o bem mais estável.
O Jetman sobrevoando o Grand Canyon
Quatro motores presos às asas são responsáveis pela estabilização do “Jetman” durante o voo e também ajudam a fazer com o que o aventureiro ganhe velocidade. Depois de curtir a paisagem e fazer algumas manobras, Rossy aciona um paraquedas para que possa aterrissar sem problemas.

Quem é Rossy?

Com 51 anos de idade, Yves Rossy foi a primeira pessoa a voar sem estar em um avião, balão ou qualquer outro veículo do gênero. Com asas projetadas e construídas por ele mesmo, o "Jetman" deu seu primeiro salto e voo pela primeira vez, em 2006. Foi um grande passo rumo à fama e à liberdade

7 tecnologias que transformarão você em um ciborgue na década que vem [infográfico]

Apesar dessa história não passar de ficção, estamos sempre recebendo notícias sobre os avanços conquistados na área da robótica. Já é rotina ler sobre androides que estão cada vez mais similares aos humanos, ganhando tecidos sintéticos que os deixam com uma aparência menos artificial e chegando até a representar movimentos físicos que possuem certa fluidez.
Mas pouco é dito sobre o processo inverso: com o passar do tempo, recebemos implantes e acessórios que nos transformam em verdadeiros ciborgues. A cada novo avanço, estamos nos distanciando da figura humana natural e de proporções perfeitas, como no conceito do Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci, que é a base do infográfico deste artigo.
Há anos o ser humano recebe implantes eletrônicos como o marca-passo, as próteses de membros e até operações temporárias envolvendo órgãos artificiais. Aqui, contudo, abordaremos as tecnologias que prometem levar nosso corpo para limites nunca antes atingidos – cada vez mais perto da divisa entre homem e máquina.

O display que tudo vê

O primeiro avanço é um acessório. Revelado no final de abril por pesquisadores alemães da Fraunhofer IPMS, o primeiro microdisplay direcional de rastreamento visual é um monóculo, que serve para exibir informações refletidas diretamente no globo ocular do usuário.
A partir do uso de realidade aumentada, é possível ler sem problemas as informações exibidas na tela. Movimentos específicos do olho seriam utilizados para alternar entre as diferentes opções do aparelho.
 (Fonte da imagem: Fraunhofer / IPMS)
Como vários aparatos de alta tecnologia, inicialmente o microdisplay será exclusivo para fins militares. Enquanto não há previsões para utilizá-lo de forma comercial, só nos resta sonhar com o que é especulado: o display poderia servir para assistir a vídeos, reconhecer sinais vitais e até obter informações sobre as pessoas captadas pelo sensor, através de redes como o Facebook.

Um grande salto para a humanidade

 (Fonte da imagem: Össur)Implantes que devolvem a capacidade de andar a quem perdeu a perna por algum motivo não são as mais recentes novidades no mundo da tecnologia. O destaque é o avanço conquistado na área, permitindo o desenvolvimento de próteses cada vez mais impressionantes.
A empresa Össur anunciou o desenvolvimento da prótese biônica mais avançada até então. A grande novidade é a integração entre os mecanismos que simulam o pé, o joelho e a perna, fazendo com que não seja necessário calcular com precisão cada passo durante uma caminhada.
A união entre poderosos sensores e esses aparelhos, que apresentam o que de mais avançado há em biomecânica, proporciona uma inteligência artificial única para a prótese, que se torna capaz de ajustar-se automaticamente para funcionar sem problemas em terrenos com superfície rochosa, por exemplo.
No futuro, ter uma perna biônica mais rápida, forte e resistente será bem mais vantajoso do que uma perna humana. A criação estará disponível no máximo até 2012.

A mente domina os braços

 (Fonte da imagem: Ryerson University)Próteses nos braços também já existem, mas o que foi desenvolvido por estudantes da Ryerson University, no Canadá, vale a citação: o Artificial Muscle-Operated (AMO), uma prótese cujos movimentos são controlados por ondas cerebrais.
O movimento desejado vai do cérebro a um sensor, que identifica e envia esses dados para um minicomputador localizado no aparelho, que enfim executa a ação. Os músculos artificiais realizam movimentos bastante humanos, como contração e expansão, tudo através de ar comprimido, localizado em um tanque  que pode ficar no bolso do usuário.
Outro pioneirismo do invento é que a implantação ocorre sem a necessidade das chamadas cirurgias invasivas, um processo de realinhamento muscular que encarecia os custos médicos. Desse modo, o mesmo principio da perna biônica se aplica aqui: o braço robôtico pode ficar melhor que o nosso.
Por enquanto, o aparelho ainda tem limitações, como a necessidade usar também um capacete para controlar os movimentos. Mas alguém duvida que essa barreira também será ultrapassada em breve?

Sentindo na pele

A nanotecnologia já está entre nós. Apesar de ser um avanço lento, complexo e que demanda altos custos, ela parece valer a pena, principalmente quando pode ser usada para a medicina – e para deixar o corpo humano ainda mais desenvolvido.
A inovação em questão veio do MIT, o Instituto Tecnológico de Massachusetts: a criação de partículas microscópicas em forma de nanotubos, que agem como um sensor biométrico. Implantadas em qualquer parte do corpo, elas não alteram o funcionamento de nenhum sistema e não são absorvidas por qualquer outra atividade do organismo, como a digestão.
 (Fonte da imagem: MIT)
Mas qual é o objetivo de implantar esses dispositivos minúsculos? Por enquanto, os estudos apontam para um diagnóstico imediato, pois alguns elementos químicos presentes nas partículas estão preparados para reagir e emitir um brilho diferenciado quando algo está errado no corpo do paciente, como o surgimento de um tumor, por exemplo.
Além disso, esses sensores podem ganhar novas funções, como a capacidade de automedicação. Desse modo, com a ocorrência de anormalidades, remédios presentes nesses nanotubos seriam imediatamente liberados no sangue, eliminando a necessidade de ingerir pílulas ou realizar baterias de exames, por exemplo.

Está tudo em sua cabeça

Já pensou em controlar eletrônicos sem a ajuda de nenhum controle remoto? A solução é simples: implante um chip com a tecnologia RFID! Agora é só instalar um leitor que use o mesmo mecanismo em seus aparelhos, para fazer com que ele reconheça o sinal transmitido pelo chip.
 (Fonte da imagem: dvice)
São inúmeras as utilidades que isso pode proporcionar. Com o devido desenvolvimento dessa tecnologia em escala comercial, seria possível abrir portas, desbloquear celulares, computadores e outros gadgets que operem hoje com senhas ou identificação biométrica, por exemplo. Segundo os pesquisadores da área, a cirurgia de implantação e a permanência do chip não causam nenhum efeito colateral no usuário.

Nada natural

Com o avanço da idade, é perfeitamente natural que nossos órgãos comecem a apresentar falhas. Para alguns cientistas, entretanto, isso está errado. Esses componentes do nosso organismo não precisariam envelhecer e parar de funcionar, porque sua criação ou composição seria artificial.
São duas as possibilidades: criar um órgão totalmente mecânico ou desenvolver uma “cópia”, a partir de células-tronco do paciente. A produção em massa desses órgãos, se superados problemas como custos e compatibilidade do organismo do paciente, poderia diminuir consideravelmente a fila de transplantes em hospitais.
A Espanha é um país pioneiro nessas pesquisas, prometendo para até dez anos o início da produção efetiva de órgãos bioartificiais. Como a maioria dos experimentos, apenas a substituição em animais foi efetiva até agora. Mas dá para manter as esperanças, afinal esse é sempre o primeiro passo para aprovar o uso de novas tecnologias em humanos.

Com que roupa eu vou?

E se você não utilizasse apenas uma prótese ou um chip, mas uma armadura inteira para se locomover e realizar outras atividades sem esforço? A Hybrid Assistive Limb (HAL) é um exoesqueleto com aplicações medicinais e cotidianas que literalmente transforma o usuário em um super-humano.
A demonstração é surpreendente. Ainda em fase de testes, a roupa robótica inicialmente seria usada em pacientes com dificuldades de locomoção. Através da pele, o traje detecta impulsos cerebrais de movimento e os transportam para o sistema da vestimenta, que executa a ação.
Pesando 23 kg e alimentado por baterias, o HAL faz com que pessoas caminhem ou realizem atividades leves, além de aumentar algumas capacidades humanas como a força, fazendo com que o usuário não sinta o peso da armadura e de possíveis objetos que sejam carregados por ele. Desse modo, atividades mecânicas pesadas poderiam ser feitas com menor esforço se o funcionário estiver com uma roupa dessas.
...
Esses avanços podem demorar e até não darem certo, mas não custa sonhar. Nos próximos dez anos, podemos andar por aí cheios de eletrônicos não só nos bolsos, mas em nosso próprio corpo. Por outro lado, é bem mais seguro deixar novidades como as armas do RoboCop apenas para as telonas

Como funcionam os sistemas de reconhecimento facial


Para tirar uma foto, é só sorrir. Em vez de um mouse ou controle de video game, utilize movimentos do seu rosto. No lugar de digitar uma senha, apareça no enquadramento da câmera do aparelho. Técnicas para reconhecimento facial em produtos eletrônicos já estão entre nós, com avanços cada vez mais impressionantes.
O que começou com um simples recurso fotográfico hoje já se expandiu para linhas diversas de gadgets. A cada novidade, menos você precisa se movimentar para executar qualquer ação de seus aparelhos. E tudo isso é mais simples do que você imagina.

Como funciona?

O rosto humano, apesar das variações de pessoa para pessoa, possui uma composição básica que não se altera, lida pelos aplicativos como pontos em comum, que variam de acordo com a complexidade do sistema.
Ao utilizar logaritmos e um software que mapeiam esse padrão nas pessoas, é possível registrar apenas o rosto ou todos os movimentos e empregá-los nas mais diversas funções. Todas possuem o mesmo princípio: detectar um rosto em formas geométricas e logarítmicas e então montá-lo como em um quebra-cabeça.

O primeiro passo é identificar através de uma câmera (digital, webcam, de celular, entre outras) todos ou alguns desses pontos em comum, como os dois olhos e a distância entre eles, o nariz e seu comprimento, a boca, as bochechas e o queixo, limitando assim o formato da face e o espaço ocupado por ela.
 (Fonte da imagem: Face Recognition Solution)
Esses pontos são gravados e armazenados no formato de algoritmos em um banco de dados, que os reconhecem através de cálculos. Parece fácil, mas tudo isso levou algum tempo para se consolidar com a eficiência que vemos hoje.

De olho em você

Assim como toda tecnologia, o reconhecimento facial também começou com falhas e limitações. A principal delas eram mudanças bruscas que poderiam afetar a detecção, como movimentos do rosto, que deveria estar totalmente de frente para a máquina. Alterações aparentemente bobas, como na iluminação do local, no uso de acessórios como bonés e até caretas poderiam atrapalhar o reconhecimento.
Aí entra o desenvolvimento da tecnologia, com avanços que relevaram ou eliminaram esses problemas: o tamanho e o acesso a esses bancos de dados estão cada vez mais poderosos, por exemplo. Mas o maior passo parece mesmo ser a detecção facial em 3D.

Se antes a identificação era a partir de pontos chapados em 2D, como um retrato falado, as novas tecnologias permitem o reconhecimento a partir de três dimensões. Os algoritmos formados são bem mais complexos e a câmera precisa ter suporte de profundidade, mas aumenta também a taxa de verificação e comparação.
O que é capturado agora é o formato da cabeça do usuário, para que seu rosto seja identificado independente do ângulo em que ele esteja em relação à câmera. Além disso, mudanças no ambiente e até movimentos leves da cabeça não afetam mais o reconhecimento.

Olha, sem as mãos!

Mas em que eu vou utilizar isso no meu cotidiano? Confira algumas utilidades do reconhecimento facial em tecnologias que você tem em casa.

Sorria, você está sendo fotografado

A primeira aplicação é também a mais simples: detectar rostos e pequenas alterações nele para melhorar qualidade do retrato. Hoje em dia, praticamente todas as câmeras possuem um sistema de detecção de sorrisos, que automaticamente disparam quando um elemento da foto sorri – ou seja, quando ele altera o formato da boca em relação ao que estava gravado na câmera.
 (Fonte da imagem: Divulgação/Sony Ericsson)
Além disso, o mecanismo serve também para ajustar o foco automaticamente nas pessoas enquadradas, facilitando a vida de quem não tem muita experiência na área, mas quer fotos de qualidade.

O fim das senhas?

O simples reconhecimento do rosto pode ter uma utilidade bastante interessante: servir de substituto da senha ou da impressão digital.
Softwares simples para iPhone fazem a função de segurança de uma tela de login: você registra seu rosto e, nas próximas vezes em que ligar o aparelho, é só aparecer na tela novamente para desbloqueá-lo. O problema é que ele só funciona a partir do jailbreak, que é o desbloqueamento do aparelho.

Head tracking

O mundo dos games também foi afetado: o reconhecimento facial é uma das grandes apostas da década nessa indústria. Jogos como Gran Turismo 5 utilizam a técnica chamada de head tracking, com a câmera lendo movimentos realizados pela cabeça para realizar alguma ação no jogo.
No caso do jogo de corrida, quando a câmera é a visão do piloto dentro do cockpit, pequenos movimentos da cabeça fazem com que você veja todo o interior do carro e o que se passa nas janelas laterais. A ação é possível graças à câmera oficial do PlayStation 3, a PlayStation Eye.
 (Fonte da imagem: Divulgação / Polyphony)
E se as desenvolvedoras ainda não investem em massa, os próprios jogadores tratam de criar seus próprios métodos, como no impressionante vídeo abaixo, em que a cabeça de um soldado é controlada por head tracking.
Isso sem contar o Kinect, tecnologia desenvolvida pela Microsoft para o Xbox 360 que, não satisfeita em reconhecer a face do jogador, consegue montar um modelo de todo o corpo.

Pega ladrão!

Claro que não poderia faltar o uso militar, que está bem próximo de se tornar realidade aqui no Brasil. Em São Paulo, os PMs em breve estarão equipados com óculos especiais que, através de um sistema de reconhecimento facial e comparação com um banco de dados de criminosos, são capazes de identificar bandidos sem a necessidade de levá-los à delegacia, por exemplo.
...
As tecnologias de reconhecimento facial ainda não estão perfeitas, mas evoluíram muito e possuem cada vez mais aplicações que valem a pena. O que falta é o uso dela ainda mais no cotidiano, não só em portáteis ou video games em geral. Em breve, muito melhor do que deixar de levantar do sofá, você não vai precisar nem de um controle remoto para trocar de canal


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10347-como-funcionam-os-sistemas-de-reconhecimento-facial.htm#ixzz1RNRuDqPO

Robôs do futuro terão pele semelhante à de humanos


 (Fonte da imagem: Universidade Técnica de Munique)
Cientistas da Universidade Técnica de Munique (TUM) estão desenvolvendo uma pele artificial para robôs, que tem como objetivo fornecer informações táteis importantes, da mesma forma que o órgão humano. A novidade deve surgir como um complemento às informações obtidas por câmeras, sensores infravermelhos e mãos artificiais usadas em algumas máquinas modernas.
Assim como acontece com humanos, a forma como a pele robótica é tocada vai resultar em uma reação diferente por parte do robô. Além de fazer com que a máquina se afaste de um local caso ocorra uma colisão, a nova tecnologia pode servir como um gatilho para que as câmeras do aparelho se movam em direção ao ponto de contato.
Segundo Philip Mittendorfer, um dos cientistas do Instituto de Sistemas Cognitivos, divisão da universidade responsável pelo projeto, a inclusão de uma pele artificial é importante por remover algumas das limitações presentes nos robôs atuais. Ele afirma que a dependência quase exclusiva da visão por câmeras faz com que muitas vezes as máquinas não sejam capazes de detectar objetos escondidos ou fora de seu campo de visão.

Novidade recheada de sensores

Para construir a pele artificial, os pesquisadores utilizaram placas hexagonais de 5 centímetros, cada uma contendo 4 sensores infravermelhos que detectam qualquer objeto que se aproxime a menos de 1 centímetro. Além disso, a novidade conta com 6 sensores de temperatura e um acelerômetro interno.
Com isso, a máquina não só é capaz de detectar objetos que se aproximam, como adquire a capacidade de registrar os movimentos de partes individuais de seus membros. Assim, a máquina adquire o conhecimento da parte do corpo que costuma mover, o que, com o passar do tempo, resulta em movimentos mais rápidos e precisos.
Segundo Mittendorfer, a equipe tem o objetivo de incluir a maior quantidade de sensores possíveis em um espaço reduzido. O engenheiro não descarta a possibilidade de expandir o tamanho dos circuitos para, em uma etapa posterior do projeto, incluir novidades como um sensor de pressão, por exemplo.

Projeto em etapa inicial

Diversas placas são combinadas no formato de uma estrutura plana, semelhante a uma colmeia, que é então “vestida” pelo robô. Para que a máquina seja capaz de adquirir a sensação tátil, é preciso conectar a pele artificial a um computador central, responsável por processar os dados obtidos.
O processador central não só permite que cada módulo sensorial transmita suas próprias informações, como atua como referência para os diferentes elementos externos com que a máquina interage. Tudo isso acontece de forma automática, com a inclusão de rotas alternativas caso alguma conexão utilizada apresente erros.
Atualmente, só um pequeno pedaço da pele robótica está completa. A novidade está sendo demonstrada em um braço robótico que conta com 15 sensores diferentes, que apresenta reações realistas aos diferentes toques dos pesquisadores. Segundo o professor Gordon Cheng, o objetivo é preencher totalmente o dispositivo para então apresenta-lo como um protótipo viável da nova tecnologia.

Lentes de contato permitem que soldados enxerguem no escuro Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/11120-lentes-de-contato-permitem-que-soldados-enxerguem-no-escuro.htm#ixzz1RNL6xAmp


 (Fonte da imagem: Kit Up!)
Segundo fontes consultadas pelo site Kit Up!, os soldados responsáveis pela morte de Osama bin Laden usaram uma nova tecnologia de visão noturna que dispensa o uso de óculos especiais. Os envolvidos na ação estariam usando lentes de contato que permite ao usuário enxergar no escuro durante tempo limitado.
Os novos dispositivos seriam capazes de ampliar em até 200 vezes a luz do ambiente. Além disso, a novidade empregaria tecnologias de plasma para substituir o uso de lentes convencionais responsáveis por ampliar ou diminuir o foco de visão.
As vantagens das lentes de contato em relação aos equipamentos tradicionais é numerosa: além de não influenciar na visão periférica dos soldados, a novidade proporciona maior conforto ao usuário e possui um custo menor para ser fabricada. Porém, a veracidade da tecnologia ainda permanece um mistério, já que nenhuma das fontes consultadas pelo site parece capaz de comprovar a existência do equipamento com evidências reais.

Câmera com 1 bilhão de pixels


A maior câmera digital criada para uma missão espacial, com 1 bilhão de pixels de resolução, foi criada pela Agência Espacial Europeia (ESA) para examinar a Via Láctea, informou nesta quarta-feira (6) a agência em comunicado.

Para isso, a ESA precisou encaixar 106 dispositivos eletrônicos que formam um olho supersensível com o qual podem detectar estrelas cuja luminosidade é 1 milhão de vezes inferior ao que o olho humano pode perceber da terra.
Cientistas trabalham na disposição da câmera em projeto da ESA (Foto: Divulgação)Cientistas trabalham na maior câmera digital criada para uma missão espacial (Foto: Divulgação)
“Enquanto a vista humana pode ver milhares de estrelas em uma noite limpa, a operação traçará um mapa com bilhões de estrelas dentro da Via Láctea e galáxias vizinhas em cinco anos”, revelou a ESA. O projeto terá início em 2013. Apesar do rastreamento do espaço, a câmara classificará apenas 1% das estrelas da Via Láctea.
Por meio do projeto, se determinará o brilho e as características espectrais dos astros, além de suas posições e seus movimentos tridimensionais. O novo mapa elaborado pela agência espacial ajudará a classificar, além das estrelas, outros corpos celestes do Sistema Solar, além de galáxias mais distantes e quasares (fontes de energia eletromagnéticas).

 

Roupa robótica permite que pessoa carregue mais de 200 kg


Estudante conseguiu carregar homem paralítico no monte Saint-Michel.
Seiji Uchida visitou ponto turístico da França nas costas de estudante.

Com roupa robótica, estudante conseguiu carregar Seiji Uchida nas costas (Foto: AFP)Com roupa robótica, estudante conseguiu carregar Seiji Uchida nas costas (Foto: AFP)
Uma roupa robótica que dá mais força às pessoas permitiu que um homem japonês paralítico visitasse as ruas íngremes do monte Saint-Michel, na França, na terça-feira (5). Com um dispositivo desenvolvido por cientistas japoneses, Seiji Uchida, de 49 anos, pôde visitar o ponto turístico nas costas do estudante Hiromasa Hara.

A roupa é colocada nas costas, braços e pernas da pessoa que irá carregar, no caso, Hara. Ao ler os sinais do cérebro e seguindo as ações musculares, o dispositivo captura a força da pessoa que está sendo carregada, permitindo que o estudante Hara consiga levantar mais de 200 kg.

Uchida sempre sonhou em visitar o monte medieval na França, um labirinto de degraus íngremes. No entanto, um acidente de moto aos 20 anos o deixou incapaz de andar. “Foi um sonho poder vir aqui”, disse Uchida, que viajou com a mulher e os quatro filhos. “É muito difícil chegar ao monte em uma cadeira de rodas”, completou.

terça-feira, 5 de julho de 2011

o melhor computador do mundo?

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O computador é um aparelho que revolucionou nossas vidas em todos os sentidos, ele melhora o acesso as informações, torna a realização de tarefas profissionais mais simples e facilita a comunicação entre as pessoas. A cada dia surgem novos modelos de computadores, mas alguns se descam no mercado pela potência e originalidade.
O melhor computador do mundo foi o é o maravilhoso ALX X58, desenvolvido pela Alienware. A máquina em um design futurista, uma estrutura inovadora formada por um processador 6 GHz, Memória RAM de 12 Gb e uma placa gráfica de primeiro nível. Esse modelo é lançamento no mercado europeu e tem o valor de 4 mil euros.
ALX X58 é sofisticado, com uma programação ágil e fácil de ser compreendida. Ele se mostra muito mais que um simples computador doméstico, trata-se de um componente ideal para quem trabalha com informática e precisa de uma boa máquina. É luxo e potência inseridos em um só equipamento.

ipod touth

O ipod touch é um dispositivo multimédia portátil que é capaz de muitas funções. ele basicamente tem todas as características de um iphone, sem o telefone. os tamanhos oferecidos são os de 8gb, 32gb e os de 64gb. o de 64gb pode parecer muito, mas quando você aprender tudo que você pode fazer com ele, você pode querer mais.



A principal característica de um ipod touch é a capacidade de gerenciar e reproduzir quase todos os seus arquivos multimídia. isso inclui músicas nos formatos mp3, aac ou wav e vídeos no formato avi ou mov. muitos outros formatos são suportados, assim que você deve ser capaz de importar toda a sua biblioteca.


Se o seu ipod touch tem acesso a wi-fi, então você pode tirar proveito da sua capacidade de download de aplicativos da apple itunes store. a loja oferece centenas de milhares de aplicativos que atendem quase todas as necessidades e quer. você também pode usar seu ipod touch para ver muitos dos seus sites favoritos com sua built-in web browser.

O novo ipod touch possui uma câmera frontal que permite conversas com vídeo com ipod touch e outros donos de iphone. você teria que se conectar ao wi-fi e utilizar a última versão da plataforma de ios. facetime também não permite que você se conecte a outros dispositivos com uma câmera frontal, como o 4g evo
O ipod touch possui uma câmera de 5mp, que é capaz de gravar até 720p. a qualidade é excelente para um leitor de música portátil, o ipod e permite que você compartilhe rapidamente os seus vídeos com seus amigos através do youtube.

O iphone5 e suas características

iPhone 5 neste ano? 

Muitas especulações circulam a rede sobre o novo iPhone e, de acordo com o TechRadar, o novo aparelho da Apple será apresentado brevemente. Ohttp://www.jacomparou.com.br tem algumas informações a respeito geraram muitos boatos, como a mudança da interface do aparelho, ou seja, diferente do iPhone 4. Segundo jornais americanos, a Apple está trabalhando para a segurança do aparelho, um material com fibras de vidro e carbono para tornar o novo iPhone inquebrável. Além disso, o iPhone 5 terá processadores com dois núcleos e com uma nova CPU, sucedendo o Cortex-A8 de somente um núcleo. Melhorias de gráficos também foram citados, prometendo um novo dispositivo para revolucionar o mercado dos smartphones. Atualmente, o aparelho está sendo testado discretamente por funcionários no campus da Apple. 

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Acesse o site do http://www.jacomparou.com.br 

Apple, AT&T e Verizon 

Sabemos que o iPhone é fabricado e vendido pelas empresas Apple e AT&T. O novo iPhone quebrará barreiras e apresentará um novo parceiro, a Verizon. O iPhone 5 está sendo projetado com tecnologia CDMA da empresa e terá um chip da Qualcomm, recurso para capacitar a alta demanda de dados do aparelho, assim suportaria colapsos que ocorre na rede da Apple. A parceria da Apple com a empresa Verizon vem sendo delineada por alguns anos, agora, a Apple fará novas concorrências no mercado tecnológico. 
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Mito ou realidade? 

Um tópico que chamou atenção dos internautas foi a possibilidade de usar a tecnologia Near Field Communication (NFC) podendo “utilizar” seu iPhone 5 como cartão de crédito e débito 

Segundo o TechRadar, a Apple está sendo precipitada para o lançamento do novo aparelho por causa dos erros cometidos no iPhone 4, como o problema da antena do aparelho. E ainda mais, a novidade que aqueceu essa semana foi a possibilidade do lançamento do iPad 3 ainda neste ano. 

Agora é só esperar mais novidades sobre o iPhone 5 que você encontrará no Já Comparou. É só comparar! O http://www.jacomparou.com.br  tem o objetivo de orientar e comparar produtos e planos de celular, internet, Tv por assinatura e VoIP.Para facilitar a vida do consumidor

iPad 2. Informações e características



Foi apresentado a poucas horas atrás, as características e design do iPad 2. Steve Jobs compareceu e apresentou o novo gadget. Foi ovacionado e aplaudido de pé pelos presentes.
A princípio, Steve Jobs falou de números de vendas do iPad, e também números de faturamento. Deu uma citada na concorrência, dizendo que a Apple está bem à frente de todos eles. Enfim, uma introdução “básica” antes de falar das funcionalidades do iPad 2.
Em resumo, o iPad 2 será 33% mais fino do que o iPad atual, ou melhor, mais fino até que o iPhone 4! Terá uma CPU dual core Apple A5. 
Assim como no iPhone 4, também terá duas câmeras, uma frontal e outra traseira. 
Steve Jobs anunciou que o novo aparelho terá 10 horas de autonomia na bateria e custará a partir de US$ 500, com acréscimo de US$ 100 conforme a capacidade (16GB até 64GB), e US$ 130 a mais para a versão 3G.
Agora a Apple deixou os concorrentes em polvorosa, pois anunciaram que o iPad 2 terá saída para HDMI, através de um acessório/conector. O conector se ligará por uma ponta ao dock de 30 pinos do iPad 2 e terá, na outra extremidade, uma porta HDMI e outra de 30 pinos, o que permite que o tablet seja usado com TVs e monitores enquanto é recarregado. Ele vai custar US$ 40.
Anunciaram também as Smart Covers, que são capas ultra finas e leves, que funcionam com pequenos imãs que se “prendem” à lateral do iPad 2. As Smart Covers são estilosas, virão em opções de várias cores, cumprirão o papel de proteger (e bem), e ainda poderão acionar ou deixar o tablet “dormindo” automaticamente.
No evento, também foi anunciado o iOS 4.3, contrariando alguns rumores que talvez seria a versão 5.0, mas tudo bem, foi apresentado várias melhorias, entre elas, a possibilidade de envio de músicas e vídeos para outros gadgets e computadores. No embalo, apresentaram também as melhorias no AirPlay.
Nos iPhones 4, através do iOS 4.3, haverá a possibilidade da função hotspot portátil para usar sua conexão 3G como gateway de internet em uma rede Wi-Fi criada pelo próprio aparelho para outros dispositivos e computadores. O iOS 4.3 estará disponível a partir do dia 11/03
Outra novidade anunciada no evento foi o Garage Band. Com telas lindas e reprodução de som fidedignas, vai ficar fácil fazer música. Há a possibilidade de gravação de instrumentos individuais, para depois “juntar” todos os instrumentos, assim como é feito em um estúdio musical real. O Garage Band custará US$ 4,99 e estará disponível no dia 11/03.
O iPad começará e ser comercializado no dia 11 de março nos Estados Unidos e dia 25 em diversos países. Mais uma vez, nós brasileiros teremos que importar, ou esperar o lançamento em terra tupiniquim.
Ah, haverá a opção da cor branca também. Este rumor foi confirmado.